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Política Nacional

Deputado pede explicações sobre suposto uso de livro de Ustra no Itamaraty

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Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo

O deputado Marcelo Calero (Cidadania-RJ) entrou com um requerimento na Câmara dos Deputados para pedir explicações ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, sobre o suposto uso de um livro do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra no Itamaraty. 

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Ustra foi acusado pelo desaparecimento de 60 pessoas e por ter torturado 500 durante a ditadura militar. Na justificativa do pedido, Calero cita uma coluna publicada pelo jornal O Globo , que informou que o livro “A Verdade Sufocada”, de Ustra, estaria sendo usado para embasar uma apresentação de Ernesto Araújo em uma reunião com o Grupo de Lima. 

O deputado questiona se o ministro teria solicitado a distribuição do livro a diplomatas e o posicionamento do Itamaraty em relação ao período da ditadura. “A atual gestão do Ministério das Relações Exteriores compartilha da tese defendida pelo autor de que não houve tortura e desaparecimentos políticos entre os anos de 1964 e 1985 praticados pelo Estado Brasileiro?”, diz o documento. 

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Calero citou ainda declarações do presidente Jair Bolsonaro que, durante a votação do impeachment de Dilma Rousseff, chamou o torturador de “herói nacional”. “Cabe destacar que o país é signatário de diversos acordos internacionais que condenam a prática de tortura, entre eles a Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes”, concluiu. 

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Política Nacional

Ex-assessores citados em “rachadinha” de Flávio Bolsonaro continuam com cargos

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Pedro França/Agência Senado

Flávio Bolsonaro está sendo investigado por esquema de “rachadinha” na Alerj

Funcionários do antigo gabinete do então  deputado e atual senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) continuam em cargos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), mesmo sendo alvo de medidas judiciais na investigação do esquema de ” rachadinha “.

Ao menos doze ex-assessores seguem com empregos garantidos no legislativo do Rio, dos 69 que trabalharam com o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), entre janeiro de 2007 e dezembro de 2018.

A quebra do sigilo bancário dos ex-assessores foi solicitada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), com base em indícios de que pode ter ocorrido algum tipo de irregularidade na administração dos salários.

As investigações apontam que há relação entre alguns dos ex-assessores com Fabrício Queiroz, operador financeiro do esquema de “rachadinha” do gabinete de Flávio Bolsonaro.

Os seguidores permanecem no cargo porque não houve denúncia formal e não respondem judicialmente. A maior parte dos auxiliares que estão sob investigação mantém relação com a família Bolsonaro e seus aliados.

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