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Delegadas da Mulher são homenageadas em ação dos 16 Dias de Ativismo

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Assessoria/PJC-MT

Como parte das ações dos 16 Dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher, duas profissionais da Polícia Judiciária Civil foram homenageadas nesta segunda-feira (02.12) pela Casa de Amparo para vítimas de violência da Capital. Miedir Santana, primeira delegada da mulher em Mato Grosso e Jozirlethe Criveletto, titular da Delegacia da Mulher de Cuiabá receberam a homenagem pelo trabalho exercido na unidade policial, a primeira especializada de Defesa da Mulher criada no estado, em 1985.

As homenagens, além do recebimento de placas simbólicas, se estenderam também a uma galeria na entrada do local, que onde as profissionais dividem o espaço com personalidades públicas, como juízes, defensoras, promotoras e advogadas que apoiam o trabalho da Casa de Amparo.

“A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia da Mulher, tem cumprido importante papel na rede de proteção às mulheres que correm diversos riscos ao retornar a seus lares, especialmente após denúncia feita na Delegacia. O encaminhamento à Casa de Amparo é a solução apresentada a essas vítimas no momento em que ela decide quebrar o ciclo de violência”, reforça a delegada Jozirlethe.

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É no contexto de Rede de Proteção a essas vítimas, que não se pode descuidar da necessidade das casas-abrigo, não somente nas capitais, mas em todos os municipais dos Estados. A cada mulher que o Estado acolhe, oferecendo meios de denunciar, de concretizar as medidas protetivas, o amparo e proteção de sua integridade física, significa dizer que estamos diminuindo números nas futuras estatísticas de violências mais graves”, conclui a delegada.

A Casa Amparo de Cuiabá trabalha em parceria com o Poder Judiciário, Defensoria Pública, Promotorias e Delegacia Especializada de Defesa da Mulher e acolhe vítimas e filhos que tenham sofrido ameaça de morte e impossibilitadas de retornar para suas casas. O local oferta apoio psicossocial e jurídico.

Fonte: PJC MT
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Policiais civis garantem pódio no 1º Campeonato de Parajiu-jitsu em Barra do Garças

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Assessoria | PJC-MT

Os investigadores de polícia, Amarildo Fernandes e Adão Lopes, participaram do primeiro evento de Parajiu-jitsu, na modalidade Nogi (sem Kimono), realizado na entre os dias 18 e 19 de janeiro, em Barra do Garças (509 km a Leste de Cuiabá).

O evento, promovido pela Federação Brasileira de Jiu-jitsu Paradesportivo, é considerado um marco histórico da arte suave e aconteceu no tatame da Gracie Barra Prêmio, sob a responsabilidade de líderes da inclusão social do mundo.

Os dois investigadores participantes da competição subiram ao pódio, obtendo excelente resultado para a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu e representando a Polícia Civil de Barra do Garças. O investigador, Amarildo Fernandes, foi o campeão da categoria B, Nogi (sem kimono) e segundo lugar categoria absoluto também na categoria Nogi. 2º lugar categoria B, parajiu-jitsu e o 3º lugar categoria absoluto.

Já o investigador, Adão Lopes, conquistou o segundo lugar na categoria máster 1, azul, até 90 quilos, Pelo grande desempenho, a equipe AB Brazilian Jiu-jitsu também levou o 3º lugar entre equipes.

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Para Amarildo, que aos dois anos de idade, se tornou portador de visão monocular, através do esporte é possível perceber a capacidade de ir além, independente de qualquer adversidade, pois a vontade de vender e superar faz que atleta seja referência de resiliência e superação.

“Apesar das dificuldades, nunca perdei a esperança que algo maravilhoso aconteceria em minha vida. É o grande dia de fazer história no mundo do parajiu-jitsu, me sinto honrado em ser o primeiro paratleta a lutar um evento desse nível, juntamente a outros grandes guerreiros, cada um com sua história de superação”, disse o investigador.

Os investigadores idealizam um projeto futuro pra atender menores sem condições financeiras, incentivando a prática de esportes, através das artes marciais.

Um atleta na categoria B – (blind) se espelha em samurai ….“Para nós, um pequeno incômodo nos olhos, um simples cisco, é capaz de gerar grandes frustrações. Para eles, ser completamente incapaz de enxergar os torna capaz de ser letal perante seus oponentes”, completou o policial.

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Fonte: PJC MT
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