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Covid-19 não se espalha facilmente por objetos e superfícies, diz autoridade

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Contato entre pessoas é a principal rota de contágio do novo coronavírus, avalia autoridade americana

O novo coronavírus (Sars-CoV-2) não se espalha com facilidade a partir do toque de superfícies ou objetos, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

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Segundo um porta-voz do CDC à rede americana NBC, a mudança no protocolo de contágio foi feita para “esclarecer os outros tipos de contágio do vírus”. As novas informações apontam que a doença é facilmente transmitida pelo contato entre pessoas, e esta é a principal rota para sua propagação.

Ainda que seja possível que uma pessoa contraia o novo coronavírus pelo toque de objetos e superfícies, esta não é a principal forma de contágio, diz o CDC. De qualquer forma, a agência continua orientando que os cidadãos americanos higienizem as compras antes de guardá-las. 

O CDC também afirma que há evidências de que o Sars-CoV-2 pode ficar em superfícies por algumas horas. “Limpar e desinfetar superfícies é uma das melhores práticas para conter a Covid-19 e outras doenças virais”, afirma o órgão. 

Fonte: IG SAÚDE

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Compra errada de respiradores gerou rompimento de contrato com Iabas, diz Witzel

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Agência Brasil

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Antonio Cruz/Agência Brasil

“Não podemos continuar com erros, eles precisam ser corrigidos”, diz Witzel

O governador do Rio, Wilson Witzel, alegou a compra errada de respiradores para pacientes de Covid-19 para romper o contrato com organização social Iabas – Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde, responsável pela construção de sete hospitais de campanha.

Em vídeo publicado na internet nesta quarta-feira (3), Witzel sustentou que sua decisão de romper o contrato e intervir nos hospitais foi tomada após a informação de que os 500 aparelhos que a organização está comprando não são respiradores, mas carrinhos de anestesia, que não podem ser utilizados nas unidades de saúde.

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“Não podemos continuar com erros, eles precisam ser corrigidos. A Fundação Estadual de Saúde assume [os hospitais] para concluir as obras, operar o sistema e deixar um legado. Esses hospitais de campanha serão muito importantes para a reabertura da economia, para gerar empregos e, principalmente, para ajudar no futuro com cirurgias eletivas”, disse o governador.

O Iabas se manifestou, em nota, dizendo que a Secretaria de Estado de Saúde (SES) tinha conhecimento das aquisições contratadas, inclusive dos respiradores acoplados a carrinhos de anestesia. Segundo a entidade, o equipamento é recomendado pela Associação Médica Brasileira como alternativa para tratar pacientes de covid-19, diante da escassez de respiradores no mercado mundial.

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“O Iabas informa que, desde o início das negociações para compra dos carrinhos de anestesia em substituição aos respiradores, a Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro sempre esteve informada. É consenso internacional a utilização de carrinhos de anestesia como ventiladores, principalmente no momento atual, em que sistemas de saúde do mundo inteiro estão em busca desses equipamentos, o que leva à escassez do produto”, afirmou a empresa.

Medidas judiciais

Diante do rompimento de contrato e a retomada pelo governo estadual de sete hospitais, o Iabas disse que tomará medidas judiciais para assegurar os seus direitos: “Diante do decreto de intervenção, cabe ao Iabas, em primeiro lugar, colaborar na transferência dos hospitais para o novo gestor, para, na sequência, tomar as medidas judiciais necessárias para assegurar os direitos de nossa instituição.”

Fonte: IG SAÚDE

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