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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros deflagra operação para combater o desmatamento ilegal em seis municípios de MT

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A operação Abafa Araguaia 2021 foi deflagrada, nesta quarta-feira (27.10), para fiscalização das áreas de vegetação dentro bioma Amazônia e Cerrado que foram desmatadas com uso irregular do fogo. A ação é coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), em parceria com as demais forças de segurança.

Ao todo, 11 propriedades, nos municípios de Araguaiana, Bom Jesus do Araguaia, Cocalinho, Querência, Ribeirão Cascalheira e Porto Alegre do Norte são alvos dos agentes que estão realizando os ciclos de fiscalização para identificar os pontos que foram destruídos com as queimadas irregulares.

A devastação foi detectada através do monitoramento da sala de situação do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) que mostrou diversos focos de calor e o desaparecimento de parte da vegetação. Em Mato Grosso, o período proibitivo de queimadas 2021 continua vigente até o dia 30 de outubro. Conforme decreto estadual fica proibido o uso do fogo para limpeza e manejo das áreas. A realização deste trabalho é resultado do investimento de R$ 73 milhões realizado pelo Governo de Mato Grosso para as diversas ações de combate a temporada de incêndios florestais 2021.

Além do CBMMT, integram a operação os agentes de fiscalização da a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Defesa Civil, Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e Perícia Oficial de Identificação (Politec).

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Pesquisa fomentada pela Fapemat analisa potencial do cumbaru para produção de carvão

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Um trabalho de iniciação tecnológica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat) estuda o cumbaru ou baru como potencial de utilização para produzir carvão convencional e ativado.

A pesquisa foi desenvolvida pelos alunos de graduação de Engenharia Florestal Kauê Picada, Lucas Trindade (coordenador), Vinícius Dovidio e os professores Edilene Moreira, Iris Viana e Reginaldo Medeiros (orientador), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT), campus Olegário Baldo, de Cáceres. A pesquisa trata da “Produção de carvão convencional e ativado a partir do fruto de cumbaru, em comunidades extrativistas de Mato Grosso”.

A espécie com potencial madeireiro e não madeireiro é a Dipteryx alata Vogel (cumbaru ou baru). O coordenador da pesquisa, Lucas Trindade, destaca o grande potencial do uso não madeireiro. Como a utilização da castanha para consumo, produção de óleos, entre outros produtos. Contudo, seu fruto (endocarpo) é descartado após a retirada da semente.

“É uma espécie com presença expressiva no Cerrado e em regiões de transição do Pantanal, com enorme viabilidade econômica, pois sua madeira e ampla utilidade do seu fruto possuem capacidade para agregação de valor e geração de renda tanto com a extração de sua castanha, quanto com a produção de carvão do endocarpo (fruto)”, descreve em uma publicação nos anais do IFMT, o “VII Workif – Workshop de Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação: o papel da ciência e tecnologia: presente e futuro”.

Estudos preliminares indicam que o fruto tem potencial de uso para produção de carvão vegetal de modo convencional e pode-se agregar valor ao produto tornando-o carvão ativado, que é utilizado para diversos fins.

Utilização do cumbaru ou baru

A pesquisa para uso do vegetal como produto florestal não madeireiro é inovação.

De acordo com o estudo da Embrapa Cerrados, “Baru: biologia e uso”, dos pesquisadores Sueli Matiko Sano, José Felipe Ribeiro e Márcia Aparecida de Brito, o cumbaru ou baru pode ter utilização alimentar (com a polpa e a semente – amêndoa – comestíveis, e farinha da semente); forrageiro (uso como abrigo para gado e nutricional por concentração de potássio e fósforo); madeireiro (madeira densa e resistente); medicinal (óleo para combater reumatismo e casca para dores da coluna); industrial (óleo para a indústria alimentícia e farmacêutica) e paisagístico (baixa exigência de adubos) e para recuperar áreas degradadas.

O cumbaru ou baru é parecido com uma castanha e de acordo com informações da revista de pesquisa sobre mercados, www.factmr.com, ele é apresentado como um superalimento, pelo valor nutritivo. E a previsão é que a comercialização da espécie aumente 25% ao ano entre 2019 e 2029. 

Fonte: GOV MT

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