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Esportes

COI e Fifa alteram limite de idade no futebol olímpico

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O Comitê Olímpico Internacional (COI) e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) decidiram, em comum acordo, alterar de 23 para 24 anos o limite da idade para o futebol masculino. A regra vai valer apenas esta edição dos Jogos de Tóquio, já adiados para julho de 2021 por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A razão fundamental para esta mudança foi contemplar os atletas nascidos em 1997, que, ao completarem 23 anos em 2020, seriam prejudicados com o adiamento da competição para o próximo ano. No acordo entre as entidades permanece a possibilidade de três atletas, sem limite de idade, defenderem as seleções nacionais nos Jogos Olímpicos.

Atual campeão olímpico, o Brasil poderia sofrer várias baixas caso esta alteração não acontecesse. Tomando por base a última convocação do treinador da seleção olímpica, André Jardine, o país poderia ficar sem 11 dos 23 atletas relacionados. Segundo lugar no pré-olímpico da Colômbia, o Brasil, ao lado da Argentina, já tem vaga confirmada e vai tentar a segunda medalha de ouro consecutiva na modalidade.

Edição: Fábio Lisboa

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Esportes

Capitão do Watford se recusa a retornar aos treinos na Inglaterra

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Apesar da decisão unânime dos 20 clubes do Campeonato Inglês de reiniciar hoje (19) os treinamentos presenciais, nem todos os jogadores concordaram com o retorno das atividades. Um deles é o capitão do Watford, Troy Deeney.

De acordo com a BBC, Deeney se recusou a voltar aos treinos com o restante da equipe porque teme pela saúde de sua família, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em entrevista ao programa Talk the Talk, exibido no Youtube, o atacante disse que é preciso apenas uma pessoa dentro do grupo para se infectar. Deeney revelou que seu filho de cinco meses teve dificuldades respiratórias e ele não quer voltar para casa e colocá-lo em perigo.

Ouça na Rádio Nacional

 

Não foi a primeira vez que Troy Deeney manifestou sua insatisfação com o retorno das atividades. Na semana passada, a Premier League promoveu uma reunião entre os capitães das equipes e médicos especialistas para discutir as medidas de segurança incluídas no protocolo desenvolvido.

O capitão do Watford explicou o questionamento que fez durante o encontro.

“Fiz perguntas simples. Os negros, asiáticos e misturas étnicas têm quatro vezes mais chances de contrair a doença, duas vezes mais chances de ter doenças duradouras. Há algo extra, triagem adicional, exames cardíacos para ver se as pessoas têm problemas? Não. Ok, então acho que isso deve ser resolvido.”

Troy Deeney lembrou que não pode cortar o cabelo até meados de julho, mas poderia entrar em campo com outras 19 pessoas e ninguém consegue responder às suas perguntas, não porque não querem, mas porque não sabem a informação.

O capitão do Watford não deve ter problemas com a diretoria do clube. O técnico Nigel Pearson afirmou no último domingo (17), em entrevista ao jornal The Times, que não iria forçar nenhum atleta a retomar os treinos.  

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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