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Citroën C4 Lounge: o que mudou para melhor e pior? Assista ao vídeo

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Ele não é a principal atração da Citroën no ano. Esse posto é do SUV C4 Cactus, lançado no mês passado no Brasil. Mesmo assim, o Citroën C4 Lounge reestilizado merece atenção por ser um sedã médio que aposta forte no custo-benefício. Significa que é uma boa compra? Sim, embora o modelo tenha aspectos que não agradem tanto, como você verá no vídeo desta semana.

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Citroën C4 Lounge reestilizado aposta em linhas mais futuristas, para passar a ideia de modernidade e personalidade
Divulgação

Citroën C4 Lounge reestilizado aposta em linhas mais futuristas, para passar a ideia de modernidade e personalidade

Desde a versão de entrada, batizada de Feel e com preço sugerido de R$ 94.990, o Citroën C4 Lounge
vem equipado com o motor 1.6 THP turbo, com injeção direta, flex, de até 173 cv e câmbio automático, de seis marchas. Traz de série itens como bancos de couro, com nova tonalidade, rodas de liga leve de 17 polegadas, nova central multimídia com tela sensível ao toque, de 7 polegadas e possibilidade de espelhamento de e câmera de ré.

A configuração topo de linha, Shine, é tabelada em R$ 103.890 e inclui recursos como faróis e luz diurna de led, teto solar, chave presencial, roda diamantada e seis airbags. Há ainda uma versão para vendas diretas e PCD, por R$ 76.990. Chamada de Feel Business, perde alguns componentes como as rodas de 17 polegadas, o navegador GPS, o sensor de chuva e a câmera de ré. Entretanto, ainda é bem equipada se comparada com outros modelos desse nicho.

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Embora tenham sido pontuais, as mudanças no design são perceptíveis e seguem o estilo adotado para o modelo comercializado na China. Bonito? Digamos que seja de gosto duvidoso. A dianteira incorporou um novo conjunto óptico, com o DRL de led envolto pela grade cromada.

A grade do parachoque está maior e, no entorno dos faróis de neblina, há um aplique cromado em formato de C, tal como na minivan C4 Picasso. As rodas de liga leve são bonitas, mas têm um desenho praticamente idêntico ao da versão Longitude do Jeep Renegade. Na traseira, a única alteração é o efeito tridimensional adotado nas lanternas.

Interior do Citroen C4 Lounge

Por dentro, o principal destaque do sedã médio
é o novo cluster
todo digital, mas bastante simples, preto e branco e com layout um tanto confuso, especialmente o do conta-giros, que funciona como uma barra progressiva logo acima do velocímetro. No da linha anterior, era possível escolher a cor de iluminação dos instrumentos entre tons de roxo e azul.

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Detalhes como o botão de partida no lado esquerdo do painel, o grande volante multifuncional e a saída de ventilação independente para o banco de trás (que só oferece ajuste para os lados) foram mantidos. Pena o fabricante ter deixado de lado comodidades como os detectores de ponto cego nos retrovisores, ajuste elétrico do banco do motorista e sensores de estacionamento, oferecidas anteriormente. A presença de uma única entrada USB é outro ponto a desejar.

Tal como no novo C4
Cactus, o ar-condicionado de duas zonas é operado pela central multimídia. Os comandos são práticos e ágeis, mas há um certo desconforto, pois não é possível ver as informações do GPS e ajustar a temperatura ao mesmo tempo, por exemplo.

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Por causa da singela e tardia reestilização – o modelo foi lançado em 2013 no Brasil –, as qualidades e deslizes do C4 Lounge permaneceram intactas. Com 2,71 metros de entre-eixos, o sedã é bastante espaçoso e acomoda com tranquilidade quatro adultos. Sobra espaço para as pernas de quem vai atrás mesmo se o motorista jogar todo o banco para trás. O nível de acabamento é exemplar, com partes macias em quase todo o painel e nas laterais das portas dianteiras.

O acerto das suspensões privilegia o conforto, detalhe que o torna um pouco molenga nas curvas, mas ainda assim muito gostoso de dirigir e sem comprometer a estabilidade. Destaque também para o isolamento acústico da cabine, que filtra até o ruído do vento em altas velocidades.

Motor e câmbio estão muito bem casados – as trocas de marcha são quase imperceptíveis mesmo no modo de pilotagem Sport – e garantem boas acelerações e retomadas de velocidade. O consumo, no entanto, é apenas razoável, mesmo o carro dispondo de função Eco. Durante a avaliação, feita em estrada com limite de 130 km/h, o computador de bordo aferiu 11 km/l de gasolina.

A direção eletro-hidráulica tem boa calibração para altas velocidades, conferindo um bom peso, mas continua carecendo de um pouco mais de leveza em situações de manobra. Em geral, o Citroen C4 Lounge
é um carro bem acertado.

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BMW F750 GS e F850 GS chegam à linha 2020 com mais equipamentos

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BMW F750 GS e F850 GS arrow-options
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BMW F50 GS e F 850 GS da linha 2020: modelos com apelo aventureiro da marca alemã passam a ter novos aperfeiçoamentos

Lançadas no ano passado, as novas BMW F750 GS e F850 GS montadas em Manaus (AM) recebem novidades para a linha 2020. Todos os modelos ganham novos equipamentos de série, ao mesmo tempo em que a diferença de preço para o kit baixo, que custava R$ 1 mil adicionais na configuração mais em conta, agora não é mais oferecido. Além disso, a 750 passa a oferecer o painel digital em TFT na versão Premium, que antes só existia na 850. A recém-lançada F850 GS Adventure não passou por modificações.

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O modelo de entrada BMW F750 GS , na versão Sport , passa a vir com luz diurna e piscas de LED igual às versões mais caras, além do banco “conforto”, de superfície mais larga. Já a F750 GS Premium agora é equipada com o painel TFT que conta com conectividade (conexão com smartphone), chave presencial (a partida passa a ser por botão) e monitoramento da pressão dos pneus, que possibilita consulta da pressão dos pneus no computador de bordo da moto.

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Na superior F850 GS Premium , que antes tinha o painel TFT apenas no pacote mais caro, agora o item passa a ser de série. Fora isso, o equipamento padrão agora inclui também a chave presencial, monitoramento da pressão dos pneus, cruise control (“piloto automático”), suporte para malas laterais e banco conforto.

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Por fim, a versão “Premium +” adiciona a preparação para GPS (que permite instalar o aparelho BMW Navigator) e o kit baixo de suspensão e bancos, que permite maior controle para condutores de menor estatura. Segundo a BMW , as novidades atendem às demandas de quem busca aliar bom desempenho a um design sofisticado.

Veja os preços das versões a seguir:

F 750 GS Sport – R$ 43.950

F 750 GS Sport Premium e Premium Kit Baixo – R$ 47.950

F 850 GS Premium e Premium Kit Baixo – R$ 51.950

F 850 GS Premium + – R$ 54.950

F 850 GS Adventure Premium e Premium Kit Baixo – R$ 60.950

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