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Circuito Aprosoja Universitário será realizado em novembro

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Fortalecimento Institucional

Circuito Aprosoja Universitário será realizado em novembro

O tema deste ano será Lei do Alimento Mais Seguro – Mitos e Verdades, palestras ocorrerão em 15 municípios


Manu Rigoni

25/09/2018

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) levará neste ano para os estudantes do estado informações sobre a Lei do Alimento Mais Seguro – Mitos e Verdades durante o Circuito Aprosoja Universitário. O evento que percorrerá universidades de diversos municípios de Mato Grosso em novembro.

A lei que trata dos defensivos agrícolas no Brasil foi criada em 1989, ou seja, são quase 30 anos com poucas atualizações. Nesse período, surgiram produtos ainda mais inovadores, frutos de dezenas de testes e de investimentos em pesquisas científicas. A Lei do Alimento Mais Seguro vai levar novas tecnologias ao campo e comida ainda mais protegida e barata à mesa dos brasileiros.

No Circuito Aprosoja Universitário, o professor José Otávio Menten, associado da Esalq/USP e presidente do Conselho Científico para Agricultura Sustentável, fará a palestra “A importância dos defensivos para a produção agrícola”. Já o engenheiro agrônomo e diretor executivo da Aprosoja Brasil, Fabrício Rosa, e Edivandro Seron, consultor na área de inteligência regulatória com foco em defensivos agrícolas, sementes, biotecnologia e assuntos ligados à Comissão de Alimentos do Mercosul, dividirão os eventos com a palestra “Contextualização da PL dos Defensivos”.

Acadêmicos das cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Diamantino, Campo Novo do Parecis, Sapezal, Tangará da Serra, Nova Xavantina, Rondonópolis, Primavera do Leste, Jaciara e Campo Verde receberão as palestras. Em breve, será divulgado datas, locais e horários das palestras em cada Núcleo participante.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

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EXPORT/CEPEA: Faturamento com exportações do agro é recorde no 1º semestre

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Clique aqui e confira o relatório completo.

Cepea, 10/08/2022 – O forte crescimento da demanda mundial por alimentos e energia tem elevado os preços de produtos do agronegócio desde o início de 2021. Em 2022, a guerra na Ucrânia agravou o quadro de oferta e demanda, que já estava apertado por conta da pandemia, que, vale lembrar, levou à redução das operações entre os países produtores, com consequentes desarranjos nas cadeias globais de valor e aumento no frete marítimo. O cenário de preços em forte alta no mercado internacional garantiu ao agronegócio brasileiro, importante exportador mundial de alimentos e energia, sucessivos recordes nas vendas externas.

Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia), mostram que, de janeiro a junho de 2022, o volume exportado pelo agronegócio nacional recuou 1% frente ao mesmo período do ano anterior, mas os preços em dólar subiram 28%. Diante disso, o faturamento somou US$ 79 bilhões no primeiro semestre, sendo 26% acima do registrado no mesmo período de 2021 e um recorde.

Mesmo diante de faturamento em dólar recorde, em moeda nacional, a receita real não apresentou o mesmo desempenho, devido ao processo inflacionário observado no Brasil ao longo do primeiro semestre de 2022. A alta do preço real em Reais no primeiro semestre de 2022 frente ao mesmo período de 2021 se limitou a aproximadamente 6%. 

Quanto aos produtos exportados pelo agronegócio nacional de janeiro a junho deste ano, os do complexo da soja continuam liderando o desempenho do setor. A soja em grão e seus derivados representaram quase 48% do faturamento externo do agronegócio no primeiro semestre de 2022, seguidos por carnes, produtos florestais, café e os do complexo sucroalcooleiro. Do lado comprador, o destaque foi a China, como esperado (representando 35% do faturamento externo do agronegócio), seguida pela União Europeia e pelos Estados Unidos (com 16% e 6,5%, respectivamente).

DIVISAS – Nos primeiros seis meses de 2022, a participação do agronegócio no saldo comercial do País foi de 48%, superando a participação obtida no mesmo período de 2021. Com esse resultado, a balança comercial do setor (exportações menos importações de produtos agrícolas) ficou positiva, em mais de US$ 70 bilhões, compensando o déficit comercial dos outros setores da economia brasileira e contribuindo para um superávit comercial de mais de US$ 30 bilhões.

PERSPECTIVAS – As atenções neste segundo semestre estão voltadas ao andamento da safra no Hemisfério Norte. A colheita nos Estados Unidos e a evolução dos embarques dos grãos ucranianos terão papel crucial na contenção da escalada dos preços dos alimentos – que, ressalta-se, já tem mostrado certa desaceleração.

Assim, se o primeiro semestre de 2022 foi marcado pelas inflações de energia e de alimentos no mundo, devido à guerra na Ucrânia e seus desdobramentos, para o segundo semestre, o combate à inflação, que se dará pela continuidade da alta dos juros nos Estados Unidos e na Europa, tem elevado o temor de uma recessão na economia mundial nos próximos meses, o que pode auxiliar a conter a alta dos preços externos de commodities. Isso porque o resultado dessas políticas pode ser uma menor pressão da demanda e crescimento na oferta, retirando espaço para altas intensas nos preços dos alimentos, e, claro, caso não haja perdas significativas na oferta global, por conta de eventos climáticos adversos.

Veja relatório completo aqui.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre exportação do agronegócio aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com o professor Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros e com a pesquisadora Andréia Adami: [email protected]

Fonte: CEPEA

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