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Ciência comprova: a melhor coisa a se fazer depois de uma briga é dar um abraço

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Um abraço realmente faz você se sentir melhor após uma discussão, revela um estudo. Ficar de mãos dadas também melhora o humor das pessoas depois de um conflito. Além disso, os efeitos seguem até o dia seguinte.

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Um abraço pode realmente melhorar o humor e acalmar

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Em uma pesquisa com 400 pessoas, o time da Carnegie Mellon University (CMU), dos Estados Unidos, descobriu que aqueles que abraçaram a pessoa com quem brigaram eram menos propensas a ter sentimentos negativos nas horas e dias seguintes.

Pesquisadores acreditam que o resultado se soma a estudos anteriores que mostravam como o toque humano possui efeito calmante .

Abraço melhora saúde física e psicológica

O médico Michael Murphy, da CMU, revela que o entusiasmo com esse assunto fica cada vez mais evidência. Isso porque estudos sugerem que pessoas que mantêm mais contato humano têm melhor saúde física e psicológica. “Teóricos propuseram que um dos principais benefícios do bem-estar que o abraço traz é apaziguar as consequências do estresse psicológicos”, revela Murphy.

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“Discussões repetitivas ou severas podem auxiliar no crescimento da ansiedade, da paranoia, da solidão e depressão. Se isso se acumula, pode fazer com que o indivíduo desenvolva uma doença psiquiátrica e, inclusive, tenha ideias suicidas”, enfatiza Murphy.

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O estudo do abraço

Pesquisadores entrevistaram 404 homens e mulheres adultos todas as noites – por 14 dias consecutivos. O assunto era sobre suas discussões, como elas foram resolvidas e como se sentiram depois.

Aqueles que se abraçaram ou ficaram de mãos dadas após a discussão relataram mais emoções positivas e menos negativas, inclusive no dia seguinte.

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Mais estudos são necessários para determinar possíveis mecanismos. Contudo, as descobertas vindas desse amplo número de amostras sugerem que um abraço consensual, apesar de ser um gesto simples, é muito eficiente na hora de demonstrar apoio para homens e mulheres sob estresse.

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Mulher viaja mais de 800 km para perder virgindade com casal

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Gabrielle Reese tinha 18 anos quando viajou mais de 800 km para perder a virgindade em um ménage com Jacob Boswell, 42 anos, e Megan Muihead, 27, que são um casal há 11 anos.

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Reprodução/Daily Star

Gabrielle Resse tinha 18 anos quando perdeu a virgindade com Jacob Boswell, 42 anos, e Megan Muihead, 27

Segundo informações do “Daily Star” , Gabrielle conheceu Jacob em um site de sugar daddy e após três meses de conversa, comprou uma passagem de avião para conhecê-los e, então, ter a sua primeira relação sexual.   

“Perdi minha virgindade naquele final de semana. Não era um plano, mas estávamos todos interessados e abertos à ideia. Foi tudo emocionante e novo. Nos conectamos muito rápido, havia muita química e estávamos todos envolvidos naquela primeira noite”, fala a jovem que é bissexual e adora homens mais velhos.

Ela ainda comenta que como é bissexual , ter a primeira vez com os dois ao mesmo tempo foi bom para experimentar todos os aspectos da sua sexualidade. “As meninas são macias, delicadas e estimulantes. Enquanto os homens são mais dominadores”, diz.

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“Eu sabia que queria fazer isso. Não acho que poderia ter tido uma experiência melhor para a primeira vez. Foi tão íntimo e perfeito”, continua.

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Reprodução/Daily Mail

Atualmente os três estão em um relacionamento poliamoroso

Gabrielle conta que quando voltou para casa após a viagem, se viu constantemente lembrando-se dos momentos e mandando mensagens o tempo todo para o casal. Ela ficou cada vez mais interessada em se juntar a eles romanticamente.

Após um tempo, a jovem resolveu encarar o poliamor e hoje os três estão juntos há três anos. Ela relata que embora esteja feliz, não é fácil lidar com o ciúme. “Não é um sentimento que quero ter, por isso é algo que trabalhamos”.

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“Mas temos uma vida sexual saudável juntos. Em alguns meses fazemos sexo cinco vezes por semana, outro mês uma vez por semana e por aí vai”, fala. Ela diz estar tão feliz sexualmente que pretende passar o resto da vida ao lado de Jacob e Megan. “Não me importo com mais ninguém”.

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Jacob reconhece algumas dificuldades do relacionamento a três, mas exalta os lados positivos. “Ser poliamor é um desafio emocional incrível. É mais difícil, mas é incrivelmente gratificante quando dá certo”, comenta.

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