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Saúde

Cidade de São Paulo vai manter vacinação de adolescentes

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Adolescente recebendo a vacina contra covid-19 em São Paulo
Governo do Estado de SP

Adolescente recebendo a vacina contra covid-19 em São Paulo

A prefeitura de São Paulo anunciou hoje que não vai interromper a vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades na capital. A decisão foi anunciada após o  Ministério da Saúde divulgar uma nota técnica restringindo a imunização desse grupo aos jovens com comorbidades, deficiência permanente ou privados da liberdade.

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga argumentou que a “Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda” a vacinação, quando, na verdade, a orientação é de que a vacinação é apenas “menos urgente”, já que alguns países do mundo ainda engatinham na vacinação.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Paulo informou que já aplicou 712.499 primeiras doses em adolescentes, quantidade que representa 84,5% desta população, estimada em 844.073 pessoas. Restam, portanto, 15% para atingir a totalidade da cobertura vacinal.

A pasta afirma ainda que as doses destinadas a esse grupo já estão reservadas, e a aplicação não comprometerá o calendário geral de vacinação no município. A segunda dose, chamada D2, também será aplicada normalmente.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Saúde firma acordo para instalar unidade da Universidade de Oxford no Brasil

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Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido
Reprodução/ Oxford Student

Registro da Universidade de Oxford, no Reino Unido


Uma unidade da Universidade de Oxford deve ser instalada no Brasil até 2022. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27) pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sede da instituição de ensino, no Reino Unido.

Segundo a Folha de S. Paulo, o plano foi firmado com a assinatura de um termo de compromisso entre Queiroga e a universidade. O objetivo da unidade brasileira é priorizar a pesquisa em saúde global e promover a formação de novos profissionais especializados em doenças infecciosas, pesquisas clínicas e no desenvolvimento de vacinas.

Ao lado do laboratório AstraZeneca, a Universidade de Oxford é responsável pelo desenvolvimento de um dos principais imunizantes contra a Covid-19 . De acordo com a publicação, mais de 113 milhões de doses dessa vacina foram distribuídas no Brasil.


Diante dos propósitos apontados, a unidade brasileira deverá ter cursos de mestrado, PhD e também atualizações para profissionais da área. O jornal conta que a iniciativa tem apoio do governo britânico e suporte acadêmico e científico da Universidade de Siena, na Itália, do Institute for Global Health, do Internacional Vaccines Institute e de outras entidades internacionais. Um candidato considerado provável para sediar o projeto no Brasil é o Instituto Nacional de Cardiologia, que fica no Rio de Janeiro.

Fonte: IG SAÚDE

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