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Mato Grosso

CGE participa de Congresso Brasileiro sobre tecnologia para a auditoria interna

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Representantes da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) participaram nesta semana de debates sobre tecnologia e inovação para a auditoria interna, tema central do 39° Congresso Brasileiro de Auditoria Interna (Conbrai), realizado em Florianópolis (SC). Promovido pelo Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil), o Conbrai é o principal evento do país com foco na profissão.

Um dos pontos debatidos foi o uso da inteligência artificial na auditoria interna. Foi evidenciada que, com o auxílio de inteligência artificial robusta, a auditoria interna consegue gerar resultados mais rápidos e assertivos, principalmente antes da ocorrência de eventuais problemas na gestão dos recursos públicos.

Entretanto, para esse ganho de performance, foi discutida no evento a necessidade de que o auditor esteja envolvido na construção, aplicação, gestão e controle dos sistemas de inteligência artificial de forma a se certificar de que realmente foram concebidos adequadamente para encontrar probabilidades de erros, falhas e fraudes.

Durante três dias, cerca de 800 profissionais com atuação na área de auditoria participaram de discussões intermediadas por 30 palestrantes acerca das tendências e regulamentos sobre compliance, transparência, gestão de riscos, governança, entre outros assuntos.

A CGE-MT foi representada no evento pelos auditores Daniel Azevedo e Carlos Melo, da Coordenadoria de Apoio das Atividades de Controle Preventivo.

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Mato Grosso

Sefaz aponta crescimento de quase 20% na receita tributária de MT nos 4 primeiros meses de 2020

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O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, apresentou nesta terça-feira (11.08), à Assembleia Legislativa, o relatório sobre as metas fiscais do 1º quadrimestre deste ano. A apresentação aconteceu durante audiência pública na Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO), do Poder Legislativo.

No primeiro quadrimestre deste ano, a receita tributária cresceu 19,1% este ano, comparada ao mesmo período de 2019. O ICMS, principal tributo arrecadado pelo Estado, teve um crescimento nominal de 16,2%, chegando a R$ 3,8 bilhões.

De acordo com o relatório apresentado, a receita total no primeiro quadrimestre de 2020 foi de R$ 6,8 bilhões; já despesa total liquidada chegou a R$ 5,1 bilhões. O resultado foi um superávit na ordem de R$ 1,6 bilhões.

Logo na abertura, o secretário de Fazenda fez questão de mostrar um gráfico apontando que pela primeira vez em 10 anos, o Estado fechou suas contas com superávit. Rogério Gallo atribuiu esse desempenho positivo às políticas públicas implantadas pelo governador Mauro Mendes e sua equipe já no primeiro no de gestão.

“O Estado hoje tem um comando, através do governador Mauro Mendes, com uma disciplina, uma diretriz de se gastar menos do que se arrecada. Isso já foi demonstrado que depois de 10 anos do Estado no vermelho, gastando mais do que se arrecada, nós fechamos 2019 já gastando menos 500 milhões de reais do que se arrecadou”, ressaltou o secretário Rogério Gallo. 


Gallo apontou como fatores para esse crescimento a entrada em vigor da Lei Complementar 631, que consolidou a política de benefícios fiscais, o incremento da produção do etanol de milho, o aumento expressivo das exportações e também ao Programa Nota MT, com o incremento da emissão de documentos fiscais solicitados pelos consumidores.

“O Estado teve uma boa performance na receita. Arrecadou mais que gastou nesse período. E nós tivemos condições de fazermos o enfrentamento da pandemia naquele início, quando não se tinha qualquer auxílio financeiro federal, fazendo por exemplo, a obra do Hospital Metropolitano com recursos próprios, em função dessa disciplina fiscal de gastar menos do que se arrecada”, explicou Rogério Gallo.

A audiência púbica foi coordenada pelo deputado Carlos Avallone (PSDB), presidente em exercício da CFAEO e teve a participação do deputado Ondanir Nininho Bortolini, além de representantes do Tribunal de Justiça, de Contas, do Ministério Púbico Estadual, da Defensoria Pública e do Ministério Público de Contas.  Após a apresentação do relatório, o secretário de Fazenda respondeu a perguntas formuladas pelos representantes das entidades.

A audiência atende à recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) à Assembleia Legislativa, visando aumentar a transparência nas ações do Poder Executivo no que tange às suas receitas e despesas e é uma determinação da Lei Complementar Federal nº 101, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Fonte: GOV MT

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