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Saúde

Brasil registra 433 mortes em 24h; média móvel indica estabilidade

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Indígena da aldeia Kenopyre, no território indígena Kayapó (PA), participa de ação preventiva contra covid-19
Marcelo Seabra/Ag.Pará

Indígena da aldeia Kenopyre, no território indígena Kayapó (PA), participa de ação preventiva contra covid-19

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 17.184 novos casos de covid-19 e 433 mortes. No total, o país contabiliza 21.766.168 infecções e 606.679 óbitos desde o início da pandemia, em março de 2020.

Os dados são compilados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Desde junho do ano passado, após o Ministério da Saúde interromper temporariamente o fornecimento dos dados, o órgão apura com as secretarias estaduais o panorama atual da pandemia.

A média móvel de mortes, que considera os registros dos últimos sete dias, indica estabilização – hoje, foi de 350, ante 342 ontem (26). A de casos está em 12.240.

De acordo com a Universidade Johns Hopkins, 244.895.268 pessoas já se contaminaram com o novo coronavírus em todo o mundo, e 4.969.893 foram a óbito. O Brasil é o segundo do ranking com mais vítimas para a doença, atrás apenas dos Estados Unidos.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: ‘Difícil evitar a entrada da Ômicron no RJ’, diz secretário de Saúde

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Variante ômicron preocupa especialistas ao redor do mundo
Viktor Forgacs / Unsplash

Variante ômicron preocupa especialistas ao redor do mundo

O secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, disse nesta terça-feira, em entrevista ao “Bom Dia Rio”, da TV Globo, que “é muito difícil evitar a entrada e a circulação” da nova variante do coronavírus, a Ômicron, no estado. Até agora, nenhum caso da cepa foi identificado no Rio.

“É importante ter clareza de que é difícil evitar a entrada e a circulação dessa variante, haja vista a grande circulação de pessoas no mundo todo. O Brasil adotou algumas medidas que dizem respeito à restrição de voos de entrada de estrangeiros de alguns países, mas, por outro lado, essa variante já foi identificada em alguns países da Europa, com uma possível transmissão autóctone, ou seja, transmissão local. Agora é avançar o mais rápido possível com a vacinação no país, que eu diria que é a principal estratégia para a gente se preparar para a entrada (dela). Não tem jeito, a gente vai ter que conviver com essa nova variante. Mas vacinados estaremos mais protegidos”, disse.

No cerco à Ômicron, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) anunciou nesta segunda-feira uma força-tarefa de monitoramento genômico que sequenciará amostras de todos os viajantes estrangeiros que buscarem a rede de saúde do Rio com sintomas de Covid-19. Nesta terça, Chieppe também reforçou a importância de outras medidas de combate à nova variante, como um maior controle sanitário nos portos, aeroportos e fronteiras, que cabe ao governo federal.

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O Ministério da Casa Civil proibiu, a partir de segunda-feira, a entrada no país de viajantes de seis países da África, onde a cepa surgiu: África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue e Eswatini. No entanto, para o secretário de Saúde do Rio, a União também deveria restringir a chegada de pessoas não vacinadas contra a Covid-19, exigindo o chamado “passaporte da vacina”. Ainda nesta terça-feira, o governador Cláudio Castro participará de reunião com representantes do governo federal em Brasília para discutir o tema.

“É importante que o Ministério da Saúde se posicione, porque é ele quem faz efetivamente o controle de portos e aeroportos, e é onde, obviamente, vai se dar a entrada de qualquer viajante contaminado”, diz Chieppe.

No Rio, reuniões têm sido realizadas para discutir a viabilidade das festas de réveillon e carnaval diante do surgimento da nova cepa. Nesta semana ou na próxima, acontecerá um um encontro de representantes da Secretaria municipal de Saúde (SMS) do Rio com o grupo de assessoramento técnico da SES, equivalente ao comitê científico da capital, e com o Conselho das Secretarias municipais de Saúde (Cosems).

“O conhecimento acerca da nova variante ainda é muito pequeno. Não sabemos ao certo quanto ela é agressiva do ponto de vista da transmissibilidade ou do ponto de vista de risco de evolução para formas graves. Além disso, outra questão que se está tentando entender é, como essa variante tem um número de mutações muito maior do que as variantes anteriores, a gente também ainda não sabe se existe alguma alteração em relação à eficácia da vacina. Tudo indica que não. Até o momento, com os dados que a gente tem, a nova variante, apesar de agressiva, não está relacionada a casos graves e possivelmente a vacina tem uma eficácia importante contra a nova cepa”, disse o secretário.

Fonte: IG SAÚDE

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