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Bolsonaro firma acordo com arcebispo do Rio e exalta valores conservadores

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Em encontro com o arcebispo do Rio de Janeiro, Bolsonaro diz ter firmado acordo
Agência Brasil

Em encontro com o arcebispo do Rio de Janeiro, Bolsonaro diz ter firmado acordo”em defesa da família”

O candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) se encontrou nesta quarta-feira (17) com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. O candidato não deu entrevistas, mas fez um breve discurso durante o encontro, em que se posicionou contra a legalização das drogas, contra a descriminalização do aborto e a favor da liberdade religiosa. 

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O encontro com o arcebispo do Rio
foi um pedido de Bolsonaro e aconteceu na Arquidiocese da cidade, por volta das 9h, na zona sul do Rio de Janeiro. Além do candidato ainda estavam presentes o presidente do PSL, Gustavo Bebbiano, e o empresário Paulo Marinho, suplente do senador Flavio Bolsonaro, eleito pelo Rio. 

“Assinamos um compromisso em defesa da família, em defesa da inocência da criança em sala de aula, em defesa da liberdade das religiões, contrário ao aborto, contrário à legalização das drogas. Ou seja, um compromisso que está no coração de todo brasileiro de bem”, disse o candidato, que também se colocou à disposição do arcebispo para “ouvi-lo com o coração aberto”.

Bolsonaro
afirmou ainda que “não queremos mais flertar com o desconhecido ou com aquilo que não deu certo em lugar nenhum do mundo”. Completou que “esse compromisso, mesmo estando em papel, já estava em nossos corações”. No fim, o presidenciável prestou continência ao arcebispo. 

O candidato do PSL já havia se posicionado contra a legalização das drogas e descriminalização do aborto em outras ocasiões. Em seu plano de governo, o candidato diz que “Rio Grande do Norte, Maranhão, Pará, Bahia e Ceará são regiões que passaram a ser governadas pela esquerda ou seus aliados e onde a ‘epidemia’ de drogas não foi coincidentemente introduzida. […] Houve até ‘bolsa crack’ em cidades administradas pela esquerda, como por exemplo em São Paulo.”

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Em entrevista ao canal do Youtube Na Lata, em janeiro deste ano, o candidato disse que, se a questão da legalização das drogas passar pelo parlamento e ele estiver eleito, vetaria. “Se o Parlamento derrubar o veto, aí você é obrigado a respeitar o que foi decidido pelo Parlamento” afirmou. 

Em uma sabatina no GloboNews
, em setembro, declarou: “Se o Congresso aprovar aborto, eu veto”. Nos casos de estupro ou que podem gerar riscos à vida da mãe, Bolsonaro não manifestou opinião, mas classificou as situações como “difíceis”. 

Após visitar o arcebispo do Rio
, Bolsonaro foi à sede da Polícia Federal, no centro da cidade, para agradecer ao apoio da instituição pela sua segurança. Na sede da PF, afirmou que a tentativa da campanha de seu adversário Fernando Haddad (PT) de recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedindo a inelegibilidade de sua chapa foi “desespero”.

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*Com informações da Agência Brasil

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Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

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Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Ex-ministro do STF diz que votará em Bolsonaro num eventual 2° turno

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou que votará no presidente Jair Bolsonaro (PL) em caso de segundo turno contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No primeiro turno, o jurista declarou voto em Ciro Gomes (PDT), se ele tiver alguma viabilidade na disputa. Em entrevista ao UOL, ele argumentou que o governo federal buscou “dias melhores”, mas negou que seja bolsonarista.

“Não imagino uma alternância para ter como presidente da República aquele que já foi durante oito anos presidente e praticamente deu as cartas durante seis anos no governo Dilma Rousseff (PT). Penso que potencializaria o que se mostrou no governo atual e votaria no presidente Bolsonaro, muito embora não seja bolsonarista”, afirmou o ex-ministro, que elogiou o candidato do PDT.

“Reconheço que ninguém conhece mais o Brasil do que Ciro Gomes. Eles, às vezes, é um pouco açodado na fala… Mas, paciência, creio que é um bom perfil”.

Para Marco Aurélio, um dos pontos positivos do governo Bolsonaro foi a escolha dos ministros, com destaque para Paulo Guedes, que comanda a economia do país.

“Cito, por exemplo, a atuação, que é digna de elogio, do ministro da Fazenda, Paulo Guedes. Se formos realmente fazer um levantamento, vamos ver que houve práticas de atos positivos buscando dias melhores”, disse.

O ex-ministro do STF foi indicado para ocupar a vaga no Supremo em 1990 pelo primo e então presidente Fernando Collor de Mello, hoje senador pelo PTB-AL e atualmente aliado de Jair Bolsonaro.

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Fonte: IG Política

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