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Economia

Bolsa renova recordes e dólar cai à espera da aprovação da nova Previdência

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Paulo Guedes e Jair Bolsonaro arrow-options
Marcos Corrêa/PR

Bolsa brasileiro renova recordes e dólar cai à espera da aprovação da reforma da Previdência

A Bolsa brasileira registra fortes ganhos nesta terça-feira (22), renovando as pontuações máximas intradiárias. O Ibovespa , principal índice da B3, avança 0,76%, aos 106.829 pontos. No câmbio, o dólar comercial registra queda de 1,37%, valendo R$ 4,072. O que explica este comportamento positivo no mercado brasileiro é a expectativa com a votação final da reforma da Previdência no Senado .

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Na leitura dos analistas, o otimismo do mercado tem a ver tanto com a aprovação da mudança no sistema de aposentadorias quanto na possibilidade de o Legislativo debater outros temas econômicos importantes.

Nesta segunda, a Bolsa brasileira bateu o seu recorde de fechamento, ao encerrar o dia acima dos 106 mil pontos. Mais uma vez, a reforma previdenciária foi determinante para o otimismo, que já fora visto em outros momentos da tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC).

“A consolidação da Previdência é importante. Com sua aprovação, será virada uma página e, com isso, haverá espaço no Legislativo para que outras pautas importantes, como as reformas tributária e administrativa, sejam debatidas e levadas adiante”, destaca Maurício Pedrosa, estrategista da gestora Áfira.

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Aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, a reforma deve ser o grande tema do plenário da Casa nesta terça, e as expectativas do governo em relação ao sucesso da votação são as melhores possíveis, o que ajuda a explicar a empolgação do mercado com a aprovação.

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Economia

Projeto que suspende reajuste de planos de saúde e remédios será votado na terça

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votação virtual do senado
Leopoldo Silva / Agência Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) é o autor do projeto de lei

Foi adiada para terça-feira (2) a votação do projeto de lei que suspende o reajuste de preços de medicamentos, planos de saúde e seguros privados por 120 dias. O PL 1.542/2020, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), recebeu 46 emendas de senadores, nove delas protocoladas nesta quinta-feira (28).

Vários senadores e líderes pediram o adiamento da votação, argumentando que o tema é complexo e que foram apresentadas muitas emendas ao texto. Essa solicitação teve o apoio do autor do projeto, Eduardo Braga, e do relator da matéria, senador Confúcio Moura (MDB-RO).

Confúcio Moura já havia elaborado seu relatório, mas novas emendas foram apresentadas depois disso. Assim, o relator disse que vai redigir novo relatório, aproveitando as sugestões das novas emendas e propondo um texto substitutivo para ser votado na semana que vem.

De acordo com o autor do projeto, o Poder Executivo enviou ao Congresso no final de março uma medida provisória (a MP 933/2020) suspendendo por 60 dias o reajuste de preços dos medicamentos. Os novos valores começariam a valer em 1º de abril e ficariam suspensos, portanto, até 1º de junho.

Segundo Eduardo Braga, é imprescindível aumentar o período da suspensão dos reajustes e estendê-la aos  planos e seguros privados de assistência à saúde. 

Braga afirma na justificativa da proposta que é importante evitar aumento de preços em um momento em que os efeitos econômicos causados pela crise do novo coronavírus (Sars-CoV-2) têm provocado uma perda significativa da renda das famílias pela necessidade de isolamento social, que faz com que os cidadãos percam seus empregos ou tenham seus salários reduzidos.

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