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Economia

Aposentados que ganham mais que um salário mínimo recebem segunda parcela do 13º

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Agência Brasil

Aposentados e pensionistas recebem segunda parcela do 13º a partir de hoje


Começa nesta segunda-feira (02) o pagamento da segunda parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS que ganham mais de um salário mínimo . Os pagamentos serão feitos durante toda a semana, organizados de acordo com o valor e o número final do benefício. Para quem ganha menos que um salário mínimo, o depósito começou a ser feito na segunda-feira passada (25) e segue até o final desta semana. Confira o calendário abaixo.

A primeira parcela do 13º já foi paga entre agosto e setembro . Quem começou a receber o benefício depois de janeiro ou foi beneficiado por apenas um curto período de tempo terá o valor calculado proporcionalmente. 

Leia também: Aposentados começam a receber segunda parte do 13º salário nesta segunda-feira

Quem tem direito ao 13º salário?

De acordo com a lei, têm direito ao 13º salário os beneficiários que receberam, ao longo deste ano, aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão e salário-maternidade. Os demais benefícios assistenciais não dão direito ao 13º salário. 

Qual é o valor da segunda parcela do 13º salário?

A segunda parcela do 13º equivale a 50% do valor do benefício. Nesse segundo depósito, porém, pode haver o desconto do Imposto de Renda . Está isento de pagar o imposto quem tem até 64 anos e ganha, no máximo, R$ 1.903,98 e quem tem 65 anos ou mais e ganha, no máximo, R$ 3.807,96. 

Leia também: INSS libera nesta sexta consulta ao valor do 13º de aposentados e pensionistas

Para os demais beneficiários, o desconto pode ser de 7,5%, 15%, 22,5% ou 27,5%, de acordo com o valor. Para quem quer ter certeza de quanto vai receber nesta segunda parcela do 13º, é só acessar o portal  Meu INSS  e ir até o item “Extrato de Pagamento de Benefício”. 

Calendário de pagamento da segunda parcela do 13º

Os pagamentos da segunda parcela do 13º acontecerão ao longo desta semana, de acordo com o calendário abaixo, e leva em consideração o número final do benefício, desconsiderando o dígito. O depósito é feito junto com o pagamento de novembro, na mesma conta em que o beneficiário recebe todos os meses. 

Leia também: Ele está chegando: consultor dá 5 dicas para gastar o 13º de maneira inteligente

Calendário para quem recebe acima de um salário mínimo (mais de R$998)

  • Final do benefício 1 e 6: recebe em 02/12
  • Final do benefício 2 e 7: recebe em 03/12
  • Final do benefício 3 e 8: recebe em 04/12
  • Final do benefício 4 e 9: recebe em 05/12
  • Final do benefício 5 e 0: recebe em 06/12

Calendário para quem recebe abaixo de um salário mínimo (até R$998)

  • Final do benefício 1: recebeu em 25/11
  • Final do benefício 2: recebeu em 26/11
  • Final do benefício 3: recebeu em 27/11
  • Final do benefício 4: recebeu em 28/11
  • Final do benefício 5: recebeu em 29/11
  • Final do benefício 6: recebe em 02/12
  • Final do benefício 7: recebe em 03/12
  • Final do benefício 8: recebe em 04/12
  • Final do benefício 9: recebe em 05/12
  • Final do benefício 0: recebe em 06/12

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Economia

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em duas semanas

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Agência Brasil

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MARCELLO CASAL JR./AGÊNCIA BRASIL

Dólar fecha abaixo de R$ 5,10

Em reação à desaceleração de casos do novo coronavírus em diversos países da Europa e em algumas regiões norte-americanas, o dólar caiu para o menor nível em duas semanas. A bolsa de valores caiu depois de três altas seguidas, mas fechou a semana com alta de 12%. Mesmo assim, o dólar comercial encerrou a quinta-feira (9) vendido a R$ 5,091, com recuo de R$ 0,053 (-1,02%). 

A moeda chegou a operar em alta nos primeiros minutos de negociação, mas reverteu a tendência ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a atingir R$ 5,05. A cotação está no menor nível desde 26 de março, quando tinha fechado em R$ 4,996.

O Banco Central (BC) interveio no mercado. A autoridade monetária não vendeu dólares das reservas internacionais hoje, mas leiloou US$ 297 milhões em contratos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Em 2020, o dólar comercial acumula alta de 26,85%.

Veja:  Bolsonaro reivindica autoria do auxílio emergencial

Bolsa de valores

Depois de três dias seguidos de alta, o índice Ibovespa, da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 77.682 pontos, com recuo de 1,2%. Mesmo assim, o índice acumula valorização de 12% na semana.

Há várias semanas, os mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia de coronavírus. As interrupções na atividade econômica associadas à restrição de atividades sociais travam a produção e o consumo, provocando instabilidades.

Petróleo

A bolsa subiu durante quase todo o dia, mas reverteu a tendência depois do fim da reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Os países fecharam um acordo para reduzir a produção global em 10 milhões de barris por dia em maio e junho. No entanto, dúvidas se países de fora da Opep também reduzirão a produção fizeram diversas bolsas internacionais cair.

A guerra de preços de petróleo começou há cerca de um mês, quando Arábia Saudita e Rússia aumentaram a produção, mesmo com os preços caindo por causa da baixa demanda provocada pela pandemia. Na semana passada, a cotação do barril do tipo Brent chegou a operar próxima de US$ 20, no menor nível em 18 anos. Segundo a Petrobras, a extração do petróleo na camada pré-sal só é viável para cotações a partir de US$ 45.

Por volta das 18h30, o Brent era vendido a US$ 31,99, com recuo de 2,59%. As ações da Petrobras, as mais negociadas na bolsa, também caíram. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) desvalorizaram-se 3,66% nesta quinta. Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 2,89%.

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