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Após desligamento de 733 pessoas, Eletrobras amplia Plano de Demissão Consensual

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Plano de demissão voluntária da Eletrobras foi ampliado em outubro
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Plano de demissão voluntária da Eletrobras foi ampliado em outubro

A Eletrobras ampliou o prazo para inscrições em seu Plano de Demissão Consensual (PDC), conforme informou em comunicado nesta segunda-feira (15). A medida é mais uma fase do plano estratégico da estatal de energia elétrica para reduzir custos.

Leia também: Eletrobras vai reabrir programa de demissão voluntária em outubro

O plano de demissão
ocorre não só na Eletrobras, mas também nas empresas Eletrobras Cepel, Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica – Eletrobras (CGTEE), Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Amazonas GT, Eletrosul e Furnas, simultaneamente.

A estatal informa que “são elegíveis ao PDC empregados que tenham, no mínimo, dez anos de vínculo empregatício com a empresa, no momento do desligamento; ou anistiados e reintegrados à empresa por meio da Comissão Especial Interministerial de Anistia – Lei nº 8.878/1994 [neste caso não há exigência de tempo mínimo de empresa]”. Para aderir ao plano, os trabalhadores que se encaixam nesses resquisitos podem realizar sua inscrição até 26 de outubro.

Os desligamentos acontecem mensalmente e serão feitos em turmas até dezembro. Entre os empregados elegíveis à demissão, são aproximadamente 2,4 mil pessoas, que podem custar até R$ 1 bilhão para a empresa, se aderido por todos.

Leia também: Câmara aprova texto-base de projeto de privatização de distribuidoras de energia

Até o momento, durante a primeira fase do PDC, 733 trabalhadores entraram com o processo de desligamento. De acordo com a Eletrobras
, essas demissões resultaram em uma economia de R$ 254 milhões por ano.

A estatal também informou que a ampliação do plano de demissão voluntária
se dá pelo  “alinhamento dos custos da Eletrobras às tarifas, evitando prejuízos operacionais no futuro” e também devido a crescente automação e sistema de gestão empresarial unificado em todas as suas companhias.

Enquanto plano de demissão acontece, Bolsonaro não pensa em privatizar estatal


Eletrobras amplia plano de demissão; Bolsonaro diz não ter intenção de privatizar a empresa
MARCELO CHELLO/CJPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Eletrobras amplia plano de demissão; Bolsonaro diz não ter intenção de privatizar a empresa

O plano de demissão
acontece durante o processo de privatização de seis distribuidoras da estatal, do qual quatro já foram leiloadas. Na semana passada, as ações da empresa apresentaram forte queda  após declarações do candidato à Presidência
pelo PSL, Jair Bolsonaro. O presidenciável se mostrou contrário à privatização e afirmou que “não se pode deixar [a empresa] nas mãos de terceiros”, já que, dessa forma, se perde a garantia do serviço. Ele adiantou que apenas a área de distribuição da empresa poderia continuar a ter sua venda negociada, mas não a área de geração.

*Com informações da Agência Brasil

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Bolsonaro volta a prometer “uma das gasolinas mais baratas do mundo”

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Bolsonaro volta a prometer
Ivonete Dainese

Bolsonaro volta a prometer “uma das gasolinas mais baratas do mundo”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) usou as redes sociais nesta segunda-feira (15) para falar mais uma vez que “brevemente” o Brasil terá “uma das gasolinas mais baratas do mundo”. A declaração acontece após a Petrobras ter anunciado mais cedo uma  nova redução no preço da gasolina nas refinarias.

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“A partir de amanhã, 16/08, a Petrobras reduzirá em R$ 0,18 o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras, passando de R$ 3,71 para R$ 3,53 o litro. É a terceira redução anunciada nas últimas semanas. Brevemente teremos uma das “gasolinas” mais baratas do mundo”, publicou Bolsonaro pelo Twitter.

A última redução no preço da gasolina havia acontecido 18 dias atrás, quando a petroleira  reduziu em R$ 0,15 o preço do litro do combustível para as distribuidoras.

Esta é a terceira redução anunciada pela companhia em menos de um mês. Na semana passada,  a Petrobras já havia reduzido em R$ 0,22 o preço do litro do diesel nas refinarias e, na semana anterior, em R$ 0,20.

Apesar de Bolsonaro parecer atribuir para si o feito, a estatal justificou as medidas dizendo que elas acompanham a evolução dos preços de referência, ou seja, das cotações no mercado internacional.

A queda nos preços dos combustíveis é uma das principais apostas do presidente, que tenta reeleição neste ano.


Fonte: IG ECONOMIA

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