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Após demissões em massa, chefão da Globosat deixa a Globo com 25 anos de casa

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Na última semana, os funcionários da Globo foram surpreendidos com algumas demissões na emissora. Desta vez, o diretor-geral da Globosat , Alberto Pecegueiro, é quem deixará seu cargo a partir de janeiro após 25 anos de trabalho.

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Divulgação

Globo


Esse corte é mais um resultado do projeto “Uma Só Globo”, que deve unir todas as empresas do Grupo Globo em uma só.

A notícia da saída de Alberto Pecegueiro foi anunciada por meio de uma nota pelo presidente do Conselho de Administração da emissora , Roberto Irineu Marinho e o presidente-executivo, Jorge Nóbrega.

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“Após 25 anos à frente da Globosat, construindo a maior programadora de TV por assinatura da América Latina, o diretor-geral Alberto Pecegueiro decidiu encerrar suas atividades executivas na empresa, em janeiro de 2020. A vida profissional de Alberto se confunde com a história da TV paga no Brasil. Todos os movimentos relevantes da indústria, desde o seu nascedouro, contaram com a sua participação e liderança. Pecegueiro implementou o nosso modelo de programação baseado em parcerias nacionais e internacionais.”

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Divulgação/Globosat

Alberto Pecegueiro


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De acordo com a nota, Pecegueiro vai continuar ligado ao Grupo Globo como representante do grupo nos conselhos administrativos das “joint ventures” do qual faz parte.

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Paulo Ricardo deve pagar R$ 390 mil após perder ação trabalhista

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Após Paulo Ricardo perder um processo, a Justiça ordenou a penhora de R$ 390 mil em direitos autorais. A ação teve início em 2010, quando o tecladista João Eugenio Marques entrou com processo trabalhista contra a empresa do cantor, a PRMusic. O músico queria ter o seu trabalho reconhecido como CLT, com direito a todos os direitos e benefícios previstos por lei.

Paulo Ricardo
Reprodução/Instagram

Paulo Ricardo deve pagar R$ 390 mil à ex-tecladista

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o juiz Renato Sabino Filho, da 6ª Vara do Trabalho, reconheceu o vínculo de trabalho do tecladista com a empresa. Ficou determinado que a RPMusic deveria pagar R$ 50 mil ao músico, que trabalhou com Paulo Ricardo de 2006 a 2010, quando o artista seguia carreira solo.

A empresa do vocalista do RPM recorreu à decisão. Em segunda instância, a decisão foi mantida no ano de 2016. O cantor tentou um acordo com o tecladista, mas não houve um consenso e, com os juros e correções, o valor subiu para R$ 390 mil. Como não foram encontrados ativos em nome da empresa para pagar a dívida, a Justiça determinou que Paulo Ricardo respondesse ao processo, por isso a penhora dos direitos autorais. 

Fonte: IG GENTE

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