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Polícia Civil convoca servidores para o processo seletivo do LAB-LD

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Assessoria | PJC-MT

A Diretoria de Inteligência da Polícia Judiciária Civil divulgou, nesta quinta-feira (14.03), a lista de servidores que tiveram as inscrições aptas, para concorrer ao processo de seleção para o Laboratório de Tecnologia Contra a Lavagem de Dinheiro.

Os dezenove policiais civis convocados deverão se apresentar na Diretoria de Inteligência (Avenida Coronel Escolástico, n.346, bairro Bandeirantes, Cuiabá) para a realização de entrevista, no dia e horário especificado no despacho, com 30 minutos de antecedência. 

Acesse a lista de convocados.

 

Fonte: PJC MT
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Delegado Rogério Gualda se aposenta com a sensação de dever cumprido

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por

Fabiane Rewel Assessoria | PJC-MT

“Sou um entusiasta. Sempre trabalhei como policial porque gosto da profissão”. É com essa frase que o delegado de polícia, Miguel Rogério Gualda Sanches, encerra suas atividades como policial civil, ao assinar sua aposentadoria no dia 20 de março.

Rogério Gualda começou a carreira policial como investigador no Estado de São Paulo, onde atuou por nove anos e após passar no concurso para delegado de polícia, no ano de 1999, se mudou para Mato Grosso.

De lá pra cá se passaram vinte anos. Quando chegou em Mato Grosso,  sua primeira lotação foi a Delegacia de Paranaíta, local em que trabalhou por um ano e meio, tendo atuado em sete delegacias da regional de Alta Floresta.

Após trabalhar no interior do Estado, o delegado veio para a Capital e sua primeira lotação foi na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), tendo passado em todas as delegacias da Diretoria Metropolitana, inclusive na Gerência Estadual de Polinter.

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Foi delegado Regional de Várzea Grande durante três anos e Diretor Metropolitano por dois anos, no biênio 2015/2016. Nos últimos dois anos de sua carreira policial, Rogério trabalhou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa, respondendo também pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, que funciona dentro da DHPP.

Para Rogério trabalhar na polícia foi uma grande honra. Na instituição se realizou como profissional participando de grandes operações policiais, o que foi muito bom para sua carreira. “Deixo a instituição com a sensação de dever cumprido, procurei sempre fazer meu trabalho da melhor forma possível”.   

O delegado aposentado deseja aos futuros policiais, que vierem a ingressar na Polícia Civil, que possam se dedicar à instituição. “Ser policial é uma profissão muito nobre”, ressaltou Gualda.

Dessa forma, Rogério encerra seus 29 anos como policial civil, tendo trabalhado um ano na iniciativa privada, completando trinta anos de contribuição. Rogério Gualda disse que agora, aposentado, pretende empreender e recomeçar na área empresarial.

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Fonte: PJC MT
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