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Saúde

O beijo pode ser perigoso?

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Carnaval, para muitas pessoas, é sinônimo de beijo na boca, mas muitos nem conseguem imaginar que algumas doenças podem ser transmitidas nesse simples ato.

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Beijo no carnaval pode ser sinônimo de doença?
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Beijo no carnaval pode ser sinônimo de doença?

A saliva é um dos principais agentes na transmissão de doenças através do beijo , onde a mistura de germes é inevitável. Doutor Bruno Puglisi cita algumas e seus sintomas:

1. Mononucleose infecciosa

É conhecida como a “doença do beijo”, devido ao fato de que é uma infecção que se contagia pela troca de salivas . É causada pelo vírus Epstein Barr, transmitidos pelos fluidos bucais.
Surge frequentemente em adolescentes e jovens. Seus sintomas são a febre, dor de garganta e gânglios inflamados. O dentista vai indicar um exame de sangue para identificar o vírus e,
posteriormente, receitar analgésicos.

2. Citomegalovírus

Na realidade, este vírus é mais comum do que parece. No momento em que o organismo o adquire, ele permanece ali para sempre. O citomegalovírus é transmitido por meio do contato direto com fluidos corporais, transfusão de sangue ou contato sexual. A maioria dos afetados não sabe que o tem, pois em pessoas com um sistema imunológico forte, não apresenta nenhum risco.

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3. Gengivite

Trata-se de uma infecção que afeta principalmente as gengivas, portanto a cavidade bucal secreta bactérias constantemente. Isso devido à placa pegajosa que se adere aos dentes e gengivas. Dentre os sintomas, se destacam o sangramento, vermelhidão e inflamação da região. As gengivas ficam vermelhas , com sangramento e mau hálito

4. Amigdalite estreptocócica

É uma doença que causa dor na garganta. As bactérias, neste caso, os estreptococos do grupo A e B, atacam de forma direta. Este problema se contagia quando uma pessoa saudável entra em contato com alguém infectado. Inclusive com o simples fato de espirrar ou assoar o
nariz a uma distância muito curta. Os sintomas são: Irritação e dor na garganta, manchas brancas nas amígdalas, inflamação, dor de cabeça, febre

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5. Herpes labial

É muito comum o contágio deste vírus ao dar um beijo . O herpes é uma infecção geralmente nos lábios. É causada por um vírus o contagioso denominado herpes simples. Os sintomas surgem de uma a duas semanas depois de ter se exposto ao vírus. O herpes causa aftas dolorosas e febre Em geral, os problemas desaparecem em um período de duas semanas. O
dentista receitará um antiviral

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Fonte: IG Saúde
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Gato é flagrado perto de bebê prematuro e maternidade do Piauí abre investigação

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Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais
Reprodução/Twitter

Imagem de gato ao lado de bebê prematuro em maternidade do Piauí viralizou nas redes sociais

Uma foto de um gato ao lado de um bebê prematuro no Centro Obstetrício da Maternidade Dona Evangelina Rosa (MDER), em Teresina, no Piauí, viralizou nas redes sociais e está causando polêmica entre os internautas. A cena teria sido registrada na madrugada de segunda-feira (18) por um médico da Instituição que se revoltou com o ocorrido.

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Em nota, a maternidade afirmou que desconhece o espaço na unidade hospitalar, mas que, mesmo assim, abriu uma investigação, por meio das câmeras de segurança, para apurar a presença do gato na sala destinada aos recém-nascidos que aguardavam vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal.

A direção do hospital ainda informou que solicitou uma perícia para analisar a imagem, para verificar se não se trata de uma montagem, e advertiu em relação ao compartilhamento da imagem da criança e ao usou de aparelhos tecnológicos dentro da maternidade . “Segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar”, informou. Confira abaixo a nota na íntegra:

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“Sobre a denúncia de um gato ao lado de um bebê prematuro, supostamente na Maternidade dona Evangelina Rosa ( MDER), a Instituição esclarece que desconhece esse espaço na Unidade Hospitalar, mesmo assim, pelo nosso compromisso com a transparência e em respeito a outros meios de comunicação que tiveram acesso às imagens, estamos realizando uma investigação através das câmeras de segurança da Casa. Também foi solicitada um perícia para revelar se trata-se de uma montagem.

Como todas as crianças aqui internadas são de responsabilidade da Evangelina Rosa, lembramos, ainda, que segundo o Estatuto da Criança de do Adolescente (ECA) – é crime publicar imagens de crianças e adolescentes, mais grave ainda em situação delicada de um bebê prematuro, que inspira cuidados, internado em uma Unidade Hospitalar.

Outro fato, não menos grave, é a utilização de aparelhos de celular ou câmeras fotográficas dentro das instalações da Maternidade onde se manuseiam pacientes. Pesquisas revelam que telefones carregam 10 vezes mais bactérias do que a maioria dos assentos de banheiro. Um outro estudo encontrou mais de 17 mil genes bacterianos em telefones. Se uma pessoa estiver com alguma doença infecciosa, como uma gripe ou um resfriado, e tossir na mão antes de mexer no celular ou tocar no telefone de um colega, o vírus pode se espalhar rapidamente, contaminando diversos indivíduos, fato que a diretoria da Maternidade tem demonstrado preocupação, no sentido de preservar a saúde dos bebês”.

O caso também foi comentado pelo deputado estadual Gustavo Neiva (PSB ), que lamentou o “descaso” da principal maternidade pública do Piauí . “Esperamos que a direção tome as devidas providências para que casos como esse não voltem a acontecer e coloque em risco a vida de recém-nascidos, tendo em vista que não se sabe a procedência do animal e o local ser restrito para profissionais”, afirmou.

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O registro do gato não é o primeiro problema enfrentado pelo hospital. Desde novembro de 2018, a maternidade passa por uma interdição ética parcial, devido à estrutura precária, ao atraso de salários e ao aumento da mortalidade de bebês e mães por infecção hospitalar. Com isso, os médicos passaram a atender apenas casos de alta complexidade.

Fonte: IG Saúde
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