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Ministra comanda reunião sobre os projetos prioritários do Mapa para o Nordeste

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comandou nesta quinta-feira (14) uma reunião para acompanhar os projetos que o Mapa está desenvolvendo para o semiárido da Região Nordeste. Ela disse aos secretários que o projeto é estratégico para o governo do presidente Jair Bolsonaro. E recomendou que as propostas sejam formuladas com pé no chão, sem promessas que não possam ser cumpridas, para que não se frustre os nordestinos que estão esperando ansiosos pelas ações do ministério.

Evaristo de Miranda, chefe da Embrapa Territorial, apresentou um detalhado levantamento sobre a região da caatinga nordestina, que disse considerar a região com a maior diversidade do Brasil. A Embrapa elegeu oito microrregiões da caatinga prioritárias para o estudo, uma em cada estado do Nordeste ¬ exceto o Maranhão, onde a vegetação predominante é o cerrado. Essas oito microrregiões abrangem 106 municípios, com 10% da área da caatinga. São todas com alto potencial de desenvolvimento agropecuário: Euclides da Cunha e imediações, na Bahia; Araripina, em Pernambuco; Vale do Açu, no Rio Grande do Norte, Batalha, em Alagoas; Cariri Oriental, na Paraíba; Sergipana do Sertão do São Francisco, em Sergipe; Alto Médio Canindé, no Piauí; e Baixo Jaguaribe, no Ceará.

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As políticas do Mapa não ficarão restritas a essas regiões, mas a área foi tomada como exemplo do potencial de desenvolvimento da caatinga nordestina. Nelas foram levantadas informações como as cadeias produtivas existentes e que podem ser desenvolvidas, como valor da produção de cada alimento produzido, os assentamentos de reforma agrária, os programas de irrigação (cisternas, açudes e pivôs de irrigação), os cadastros rurais, as unidades da Embrapa presentes em cada região, e outros temas importantes para a atuação do ministério.

Tereza Cristina falou de sua viagem recente a quatro estados nordestinos, e disse que, com base nesses levantamentos, todos agora “terão base para ver o Nordeste com outros olhos”. Ela disse que não só o Ministério da Agricultura, mas todo o governo está trabalhando para desenvolver ações para o semiárido, incluindo as pastas de Desenvolvimento Regional, Cidadania, Saúde, Educação, Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e outros. A partir do estudo inicial da Embrapa Territorial, todas as secretarias do Mapa estão trabalhando em conjunto para formular políticas e robustecer ações que levem mais desenvolvimento à região da caatinga nordestina, que está em profunda transformação.

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Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.b

Fonte: MAPA GOV
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Portaria que cria Comitê Técnico de Pescado é bem recebida no setor

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A Portaria conjunta n° 1 das Secretarias de Aquicultura e Pesca e de Defesa Agropecuária que instituiu o Comitê Técnico de Pescados, na última quarta-feira (20), foi bem recebida no setor produtivo. “O comitê permanente permitirá o debate entre os agentes envolvidos, focando sempre no processo regulatório do setor pesqueiro. E permitirá harmonizar a legislação, assegurando a inocuidade e a segurança alimentar para o consumidor brasileiro e do exterior”, declarou o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca), Cristiano Lobo.

Integrado por representantes dos departamentos de inspeção de produtos de origem animal, saúde animal e insumos pecuários, da Câmara Setorial de Produção de Indústria de Pescados, além de especialistas, o comitê deve propor atos normativos, promover a inovação, facilitar a comunicação de iniciativas implementadas pela defesa agropecuária e setor privado, e promover ações conjuntas, capacitação e troca de experiências.

O diretor afirmou, ainda, que o comitê vai facilitar a construção de processos produtivos, permitindo a oferta de novos produtos no mercado. Como exemplos, citou carpaccio de salmão, camarões ao molho de tomate e outras opções já industrializadas, com qualidade e menor custo, num futuro próximo.

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O presidente da Câmara Setorial de Produção da Indústria de Pescados, Eduardo Lobo observou que assinatura do ato foi o maior passo dado até o momento voltado para o setor pesqueiro brasileiro. “Hoje, há normas editadas pelo governo que não se aplicam aos processos da iniciativa privada. Portanto, a discussão com todos os envolvidos irá gerar maior segurança regulatória”.

O secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif, lembrou que as decisões eram tomadas unilateralmente e que, “a partir de agora, com o assento do setor produtivo no comitê, todos passam a ter voz sobre os assuntos do setor”.
O secretário de Defesa Agropecuária, José Leal, espera que se estabeleça uma discussão técnica e acadêmica entre os participantes do comitê, favorecendo o crescimento da atividade pesqueira no país.

“O setor privado poderá apresentar sua agenda de prioridades, facilitando a comunicação, promovendo ações conjuntas, o que não acontecia antes. Estamos inovando e nos modernizando como nos solicitou a ministra Tereza Cristina”, disse Leal.

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

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Fonte: MAPA GOV
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