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Agro Veracidade

Mapa faz estudos para normatização de derivados de coco

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Durante reunião nesta quinta-feira (14) com dirigentes da Associação Nacional de Produtores de Coco (Abracoco) e representantes do setor, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que já estão sendo feitos estudos para atender demanda relacionada à normatização de medidas para a produção de derivados do produto.

A ministra recebeu pedido para que seja padronizada a industrialização garantindo, assim, maior qualidade. Uma das alegações é de prejuízo que seria causado principalmente pela entrada de produtos importados da Ásia no país. E, em razão disso, áreas de plantação do fruto estariam diminuindo.

Dados do IBGE mostram redução de 38 mil hectares na área de plantio entre 2012 e 2018. Tereza Cristina se mostrou solidária com as reivindicações. Disse que tem ouvido as “agruras” enfrentadas e explicou que um trabalho minucioso tem sido desenvolvido no ministério na modernização de normas. “Aqui nós estamos fazendo pequenas coisas que geram grandes resultados. A gente vem trabalhando diuturnamente mudando, modernizando regras, acabando com coisas que estão muito antigas e defasadas”.

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De acordo com projeções do mercado mundial, a expectativa é de que o mercado internacional de derivados de coco movimente US$ 11,5 bilhões. O presidente da Abracoco, Reinaldo Ribeiro, disse ter esperança de que o setor se organize para que o Brasil faça parte desse mercado.

O Brasil está entre um dos maiores produtores do mundo, sendo a maior parte oriunda do Nordeste (80%). Todos os anos, 1,6 bilhão de frutos do coco chegam ao mercado em forma de água.

Acesse a matéria da Rádio Mapa

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Agro Veracidade

Portaria que cria Comitê Técnico de Pescado é bem recebida no setor

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A Portaria conjunta n° 1 das Secretarias de Aquicultura e Pesca e de Defesa Agropecuária que instituiu o Comitê Técnico de Pescados, na última quarta-feira (20), foi bem recebida no setor produtivo. “O comitê permanente permitirá o debate entre os agentes envolvidos, focando sempre no processo regulatório do setor pesqueiro. E permitirá harmonizar a legislação, assegurando a inocuidade e a segurança alimentar para o consumidor brasileiro e do exterior”, declarou o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca), Cristiano Lobo.

Integrado por representantes dos departamentos de inspeção de produtos de origem animal, saúde animal e insumos pecuários, da Câmara Setorial de Produção de Indústria de Pescados, além de especialistas, o comitê deve propor atos normativos, promover a inovação, facilitar a comunicação de iniciativas implementadas pela defesa agropecuária e setor privado, e promover ações conjuntas, capacitação e troca de experiências.

O diretor afirmou, ainda, que o comitê vai facilitar a construção de processos produtivos, permitindo a oferta de novos produtos no mercado. Como exemplos, citou carpaccio de salmão, camarões ao molho de tomate e outras opções já industrializadas, com qualidade e menor custo, num futuro próximo.

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O presidente da Câmara Setorial de Produção da Indústria de Pescados, Eduardo Lobo observou que assinatura do ato foi o maior passo dado até o momento voltado para o setor pesqueiro brasileiro. “Hoje, há normas editadas pelo governo que não se aplicam aos processos da iniciativa privada. Portanto, a discussão com todos os envolvidos irá gerar maior segurança regulatória”.

O secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif, lembrou que as decisões eram tomadas unilateralmente e que, “a partir de agora, com o assento do setor produtivo no comitê, todos passam a ter voz sobre os assuntos do setor”.
O secretário de Defesa Agropecuária, José Leal, espera que se estabeleça uma discussão técnica e acadêmica entre os participantes do comitê, favorecendo o crescimento da atividade pesqueira no país.

“O setor privado poderá apresentar sua agenda de prioridades, facilitando a comunicação, promovendo ações conjuntas, o que não acontecia antes. Estamos inovando e nos modernizando como nos solicitou a ministra Tereza Cristina”, disse Leal.

 

Mais informações à Imprensa:Coordenação geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

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Fonte: MAPA GOV
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