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Agro Veracidade

Mapa faz estudos para normatização de derivados de coco

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Durante reunião nesta quinta-feira (14) com dirigentes da Associação Nacional de Produtores de Coco (Abracoco) e representantes do setor, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que já estão sendo feitos estudos para atender demanda relacionada à normatização de medidas para a produção de derivados do produto.

A ministra recebeu pedido para que seja padronizada a industrialização garantindo, assim, maior qualidade. Uma das alegações é de prejuízo que seria causado principalmente pela entrada de produtos importados da Ásia no país. E, em razão disso, áreas de plantação do fruto estariam diminuindo.

Dados do IBGE mostram redução de 38 mil hectares na área de plantio entre 2012 e 2018. Tereza Cristina se mostrou solidária com as reivindicações. Disse que tem ouvido as “agruras” enfrentadas e explicou que um trabalho minucioso tem sido desenvolvido no ministério na modernização de normas. “Aqui nós estamos fazendo pequenas coisas que geram grandes resultados. A gente vem trabalhando diuturnamente mudando, modernizando regras, acabando com coisas que estão muito antigas e defasadas”.

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De acordo com projeções do mercado mundial, a expectativa é de que o mercado internacional de derivados de coco movimente US$ 11,5 bilhões. O presidente da Abracoco, Reinaldo Ribeiro, disse ter esperança de que o setor se organize para que o Brasil faça parte desse mercado.

O Brasil está entre um dos maiores produtores do mundo, sendo a maior parte oriunda do Nordeste (80%). Todos os anos, 1,6 bilhão de frutos do coco chegam ao mercado em forma de água.

Acesse a matéria da Rádio Mapa

 

Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br

Fonte: MAPA GOV
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Agro Veracidade

Nota Conjunta do Ministério da Agricultura e do Ministério das Relações Exteriores sobre a ampliação, pelo México, da quota livre de tarifas para importação de carnes de aves

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O governo brasileiro tomou conhecimento, com satisfação, da decisão do governo mexicano de ampliar em 55 mil toneladas a quota livre de tarifa para importação de carnes de aves.

A medida garantirá a continuidade das exportações brasileiras de frango para o México, que alcançaram o volume de 110 mil toneladas em 2018. As exportações brasileiras foram as principais beneficiárias da quota, aberta em 2013, com utilização de 98% de seu volume total, que havia atingido seu limite quantitativo em fevereiro deste ano.

O México é um destino prioritário para as exportações brasileiras de carnes de aves, que já constituem o terceiro produto na pauta de nossas exportações para aquele país.

O governo brasileiro continuará trabalhando para fortalecer a relação comercial com o México e garantir a ampliação do acesso àquele mercado dos produtos agrícolas brasileiros.

Fonte: MAPA GOV
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