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Cobertura jornalística de massacre em Suzano prioriza sensacionalismo

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O tiroteio em uma escola de Suzano (SP) tomou conta dos noticiários brasileiros depois que dois jovens abriram fogo na Escola Estadual Raul Brasil, deixando sete mortos. Como era de esperar, a cobertura jornalística foi intensa, oferecendo informações atualizadas sobre o caso.


Roberto Cabrini
Reprodução/SBT

Roberto Cabrini “salvou” o SBT do jornalismo sensacionalista, mas teve que lidar com fake news de equipe da emissora

Mas, tendo em vista a característica violenta e dramática da tragédia, o que se viu na televisão, em partes, foi uma cobertura jornalística sensacionalista e até despreparada em alguns casos.

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Houve acertos, claro, principalmente dos jornalistas das emissoras locais, que prontamente chegaram à escola e forneceram as primeiras informações. Mas, conforme o dia seguia, algumas narrativas se mostravam sensacionalistas e fora de tom, a começar pelas cenas do circuito interno de câmeras da escola, que mostram com nitidez os ataques.

Todas as emissoras mostraram essas imagens e só a Globo teve o cuidado de editar o vídeo e excluir o momento das mortes, mas ainda assim, a cena dos garotos entrando na escola e abrindo fogo foi amplamente divulgada, assim como imagens feitas por alunos que mostravam o pânico e a correria geral no local.

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Certo sangue-frio para lidar com tal situação é necessária por parte dos jornalistas, mas é preciso encontrar um limite, ainda mais ao lidar com os familiares das vítimas. Esse foi um dos principais problemas, exemplificado pelo repórter da BandNews Marcelo Moreira.

Ele encontrou a mãe de um dos assassinos, o jovem GuilhermeTaucci Monteiro e chegou a perguntá-la se ela se sentia responsável pelo ato do filho. Claramente desconfortável com o repórter e em choque com a série de eventos que tinha acabado de descobrir, ficou evidente que a sabatina, da maneira como foi feita pelo repórter, não deveria ter acontecido.

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No SBT a situação não foi muito melhor. A repórter Marcia Dantas foi a primeira da emissora a chegar ao local e, ao invés de noticiar o que parecia um pânico generalizado, entrou em pânico juntos com todos a sua volta. Correndo, ela tentou falar com quem estivesse ali e acabou recebendo uma resposta aos gritos de uma mulher que se recusou a falar com ela. Para completar, o noticiário foi suspenso para a exibição do “Bom Dia & Cia”.

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À tarde, Roberto Cabrini foi pessoalmente ao local e chegou até a falar exclusivamente com o prefeito da cidade. Mas, seu link ao vivo ocorreu durante o “Fofocalizando”, onde Décio Piccinini, de maneira irresponsável, comentou que os jovens poderiam ter sido motivados por sites como “Baleia Azul”, teoria que Cabrini educadamente negou, dizendo apenas que haviam “muitos rumores” sobre o caso.

Datena , que já oferece um tom policialesco em seu telejornal, subiu a dramaticidade ao falar sobre o caso e exibiu os vídeos das câmeras da escola, chegando a pausar a gravação para analisar detalhes.

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Tragédias são sempre difíceis de lidar pois, ao mesmo tempo que as pessoas precisam de informações, lida-se com perda, violência e dor. A cobertura jornalística nesses casos sempre fica numa linha tênue entre o aceitável e o exagero. Mas, o que se viu na quarta-feira (13) foi a vitória do exagero, prezando pela audiência e não pelo tratamento correto do assunto.

Fonte: IG Gente
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Mel B confessa ter feito sexo com colega de banda: “Ela vai me odiar por isso”

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Na sexta-feira (22) Mel B, de 43 anos, ex-integrante das Spice Girls, participou do “Piers Morgan’s Life Stories”, talk show apresentado pelo jornalista Piers Morgan. A entrevista da cantora chamou atenção por um detalhe: ela confessou que já fez sexo com sua ex colega de banda, Geri Halliwell.

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Mel B confessa ter feita sexo com Geri, também integrante das Spice Girls
Divulgação

Mel B confessa ter feita sexo com Geri, também integrante das Spice Girls

“Ela vai me odiar por isso, pois hoje ela é toda fina na sua casa de campo… mas não foi um ‘caso’, apenas aconteceu”, disse Mel B , dando a entender que a experiência com a colega do tempo de Spice Girls não foi um romance, e sim algo casual.

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Sobre como reagiram posteriormente ao sexo, Mel foi sucinta: “Apenas rimos e foi isso”. Em seguida ela justificou: “Nós éramos melhores amigas. Acabou por acontecer”.

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Logo depois, a cantora colocou os pingos nos “is”: “Aconteceu apenas uma vez e falando sobre isso realmente não vai acontecer de novo… ela vai me matar e o marido dela também”.

Ainda durante a entrevista, Mel explicou o motivo de não ter feito essa confissão em seu livro, “Brutally Honest”, ou em português, “Brutalmente Honesta”. “[Como o título] sou uma pessoa honesta. Eu não coloquei no meu livro porque não era sobre isso que meu livro era. Foi brutalmente honesto de uma maneira diferente”, disse ela.

Em seguida, Mel ainda ressaltou que mesmo não tendo citado a experiência em seu livro, Geri Halliwell não negará a confissão. “Quando Geri for questionada sobre isso, e o que ela acha disso, ela não negará porque foi apenas uma coisa divertida”.

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A última apresentação de Mel B junto das Spices aconteceu em uma turnê de reunião entre 2007 e 2008. Além de um patrimônio para a cultura pop, o grupo foi um dos produtos de marketing de maior sucesso, ostentando lucros globais estimados em US$ 500 a 800 milhões entre os anos de 1996 e 1998.

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Fonte: IG Gente
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